Adidas e Prada parceria só funciona com marca protegida

Adidas e Prada: parceria só funciona com marca protegida

Parcerias entre marcas podem impulsionar negócios, mas sem registro no INPI o risco é alto

Parcerias estratégicas sempre foram uma alavanca poderosa de crescimento. Quando duas marcas se unem, o resultado pode ser acesso a novos públicos, fortalecimento de posicionamento e aumento expressivo de faturamento.

Mas existe um ponto que quase ninguém gosta de falar: colaborações só funcionam quando existe proteção jurídica sólida. Sem registro de marca no INPI, aquilo que parecia uma grande oportunidade pode rapidamente virar prejuízo, disputa e frustração.

O caso das grandes colabs do mercado deixa isso muito claro.

O cenário mudou e as marcas precisaram reagir

Em 2024, o mercado global de sneakers de luxo sofreu uma queda significativa. Segundo dados do setor, as vendas caíram cerca de 21%, refletindo um cenário de menor consumo, redução de desejo e excesso de oferta.

Menos vendas.

Menos apelo aspiracional.

Mais pressão por inovação.

Diante desse cenário, grandes marcas precisaram repensar suas estratégias. E uma delas se mostrou decisiva: as colaborações entre gigantes.

Quando a parceria vira motor de crescimento

A colaboração entre Prada e Adidas é um dos exemplos mais emblemáticos. A união entre o luxo italiano e o streetwear esportivo não só reposicionou as marcas como também gerou resultados financeiros expressivos.

Estima-se que a collab tenha movimentado mais de R$ 2 bilhões em vendas, com royalties que chegaram a cerca de 8% por par de tênis vendido.

Além do faturamento, a parceria trouxe outros ganhos estratégicos:

  • Renovação da imagem da marca
  • Entrada em novos públicos
  • Reforço de desejo e exclusividade
  • Ampliação de valor percebido

Mas esse tipo de parceria não nasce do improviso. Existe uma base jurídica muito bem construída por trás de cada contrato, produto e royalty envolvido.

E essa base começa com um ponto fundamental: registro de marca no INPI.

Por que colabs sem registro são um risco real

Quando uma marca não está registrada, ela não possui propriedade jurídica sobre o nome, o logotipo ou outros sinais distintivos. Isso significa que, legalmente, ela pode não ter o direito exclusivo de uso.

Em uma parceria, isso é extremamente perigoso.

Sem registro no INPI:

  • O contrato perde força jurídica
  • Royalties podem ser questionados ou perdidos
  • A marca pode ser copiada por terceiros
  • O parceiro pode se expor a riscos legais
  • O negócio pode ser obrigado a interromper o uso da marca

Na prática, o que parecia uma oportunidade vira um risco compartilhado.

É por isso que grandes empresas jamais assinam colaborações sem antes verificar se todas as marcas envolvidas estão devidamente protegidas.

Marca registrada é o que transforma contrato em segurança

Contratos de parceria não existem no vácuo. Eles se apoiam na propriedade intelectual. Sem ela, qualquer cláusula fica fragilizada.

O registro de marca garante:

  • Exclusividade de uso em todo o território nacional
  • Segurança jurídica para licenciar, franquear ou fazer collabs
  • Base legal para cobrança de royalties
  • Proteção contra uso indevido por terceiros
  • Valorização patrimonial da empresa

Em outras palavras: marca registrada transforma parceria em ativo. Marca não registrada transforma parceria em aposta.

O erro mais comum de quem quer fazer collabs

Muitos empreendedores acreditam que o registro pode ficar “para depois”, especialmente quando o negócio ainda está crescendo. O problema é que as oportunidades surgem antes da proteção, e quando isso acontece, o risco já existe.

É comum ver situações como:

  • Parcerias travadas porque a marca não está registrada
  • Investidores exigindo regularização antes de fechar negócio
  • Negociações suspensas por risco de colidência com marcas existentes
  • Contratos renegociados às pressas para reduzir exposição jurídica

Quando a proteção não vem antes, ela sempre vem tarde.

O papel do INPI nas parcerias entre marcas

O INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) é o único órgão no Brasil capaz de conceder a propriedade legal de uma marca. É ele quem analisa:

  • Semelhança visual e sonora
  • Classe de atuação
  • Possibilidade de confusão no mercado
  • Conflitos com marcas já registradas

Sem essa análise, não existe segurança real. E nenhuma parceria séria se sustenta sem segurança.

Proteger antes de assinar não é excesso de zelo. É estratégia.

Empresas que entendem marca como ativo sabem que crescimento e proteção caminham juntos. Elas não negociam primeiro para resolver depois. Elas resolvem antes para crescer com tranquilidade.

Por isso, antes de pensar em uma collab, vale fazer uma pergunta simples: Minha marca está juridicamente pronta para esse próximo passo?

Se a resposta não for clara, o risco é real.

Como a Regicenter atua nesse processo:

A Regicenter atua justamente no ponto onde muitas empresas erram: antes do problema aparecer.

Nosso trabalho envolve:

  • Análise técnica completa de viabilidade da marca
  • Busca de anterioridade no INPI
  • Identificação de riscos de colidência
  • Estratégia de proteção adequada ao negócio
  • Acompanhamento do processo até a concessão

Tudo para que sua marca possa crescer, firmar parcerias e fechar contratos com segurança jurídica.

Parceria boa é parceria protegida

Colaborações podem levar marcas a outro nível. Mas sem proteção no INPI, o sucesso vira risco.

O mercado já mostrou que marca forte sem registro não sustenta crescimento. Quem quer escalar, licenciar, franquear ou fazer collabs precisa tratar o registro como o que ele é: base estratégica do negócio.

Antes de assinar qualquer parceria, proteja o que é seu.

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